FELIZES OS QUE ACREDITAM

 

Após Sua morte física na Cruz, Jesus apareceu entre Seus discípulos, em altura de grande desgosto e incerteza.

Não nos será difícil perceber quanta angústia ia no coração e alma daqueles valorosos Apóstolos.

Tinham ficado sem o Mestre, Aquele que tudo lhes havia ensinado, prometido e garantido. Os Tempos eram difíceis e todos sabiam que nada lhes iria ser fácil.

Quando temos alguém que nos orienta, que nos ama, que nos guia e nos oferece certezas, tudo nos parece mais fácil. A Vida corre em leito plano e sereno, desaguando em mar chão, sem graves ocorrências.

Numa dessas Suas visitas a Seus discípulos, ocorrida quando estes se encontravam fechados e em meditação, um deles, Tomé, não se encontrava presente.

Jesus, a fim de cumprir uma de Suas promessas, através do que se conhece por materialização, tornou-se visível e tangível aos olhos da matéria. Somente assim, poderiam os Apóstolos não videntes, vê-Lo e tocar-Lhe.

Grande e natural foi o espanto de todos quantos se encontravam aí reunidos, pois não foi fácil compreender e apreender, de imediato, o que se estava a passar. Tudo requer um certo treino e prática, e, sobretudo, sabedoria.

Tomé, ao chegar junto de seus condiscípulos, ao ter notícia de que o Mestre ali havia estado, em tal não acreditou. Todos lhe asseguraram ser verdade, mas ... a dúvida, a pouca Fé ... foram mais fortes.

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Passado algum Tempo, o Senhor Jesus se fez, de novo, presente em seu meio. Tomé, é então chamado por Jesus, a comprovar por si mesmo a autenticidade da sublime e divina presença.

Tomé, em face à presença e às marcas das Chagas do Senhor, nada mais pode contrapor, senão total constatação e arrependimento por sua manifesta falta de Fé.

Jesus, iluminado por Sua natureza Espiritual, retorquiu-lhe:

- " Tu que viste, acreditaste ! Em verdade que te digo: Felizes e bem aventurados todos quantos acreditarem ... ser verem ! "

Nos inícios da segunda metade deste século XX, em Obra psicografada por Diamantino Coelho Fernandes, o nosso Irmão Tomé, seu Autor, relembra-nos, assumindo suas efectivas responsabilidades, essa sua vivência de há 2.000 anos.

É, pois, amados Irmãos, Tempo de afivelarmos nossas reais vestes e máscaras, neste palco terreno.

É Tempo de nos situarmos debaixo das Bandeiras do Cristo, observando Seu ensinamento, cumprindo Suas ordens/conselho, pois a nós e somente a nós trarão resultados positivos.

Que ninguém, por mais sábio que se julgue ser, duvide da Luz trazida pelo Messias a este Plano físico, onde estacionamos de tempos a tempos.

Que o Amor, do qual nos deu Ele soberano exemplo, comece a existir e a frutificar dentro de nosso coração, em ordem a sermos Seus efectivos Apóstolos.

Que a Paz reine e habite em nós, para, depois, a levarmos a todos os que nos rodeiam e que fazem parte desta Grande Família, toda ela aqui sediada em estudo e evolução.

Que nada fique ou seja apenas palavras, palavras, mas que tudo seja, em verdade, actos, acções e procedimentos !

Que a FÉ que move montanhas, habite sempre em nós!

Que a Luz do Cristo, ilumine sempre os nossos caminhos!